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Cálculo do capital inicial: O que entra nessa conta?

Inúmeras mudanças no mundo sinalizam para uma queda no emprego formal. O país encerrou 2020 com mais de 14 milhões de desempregados, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia. Nessa condição, decidir abrir uma empresa é cada vez mais comum entre os brasileiros e requer dedicação.

É preciso pensar em qual ramo atuar, como conseguir investimentos, fazer uma pesquisa de mercado, definir um plano de negócios, juntar os documentos necessários e outras coisas. Antes de tudo isso, é preciso delimitar bem todos os passos, evitando transtornos ao longo do processo e aplicando os recursos disponíveis de forma correta.

Também é importante compreender que o ato de abrir uma empresa traz custos e obrigações burocráticas que podem exigir ajuda profissional. Mesmo optando por segmentos que permitem empreender com baixo investimento, abrir um negócio demanda planejamento.

Saiba quais variáveis entram no cálculo do capital inicial:

Contrato social e CNPJ – As despesas com burocracia incluem honorários de advogado e contador para a elaboração do contrato social, registro na Junta Comercial e na Receita Federal. Há também a inscrição na Secretaria Estadual da Fazenda, reconhecimento de firma ou certificado digital para emissão de notas fiscais.

Licenças – Toda empresa deve pagar as taxas dos alvarás de estabelecimento, sanitário e Corpo de Bombeiros, além das licenças de funcionamento. Há também permissões especiais, que para se adequar será necessário o serviço de um consultor.

Instalação física – Se houver a abertura de um ponto comercial, será preciso ter recursos para a taxa de estudos de viabilidade, para os primeiros aluguéis, gastos com reformas, mobiliário e acessórios, além de serviços de limpeza e segurança. Também é válido reservar um montante para imprevistos com manutenção, problemas técnicos ou a reposição de algum item.

Estoque e logística – Na estrutura inicial, entram as despesas com compra de mercadorias ou matérias-primas, gastos com transportes, estoque, armários, prateleiras, embalagens e software para registro de produtos.

Formação de equipe – Se for contratar, é preciso incluir pagamento de salários e benefícios, os honorários do advogado que elabora o contrato de trabalho, gastos com treinamento e em alguns casos, a compra de uniformes.

Registro da marca – É importante fazer o registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial para proteção da marca. E também vale direcionar um valor para a criação de site, logomarca e catálogos, se for preciso.

Fonte: Diário do Comércio

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